O hábito de fumar tem consequências nefastas na qualidade de vida e na longevidade. É fator de risco não só para o fumador, mas para todos aqueles que, embora, passivamente estão expostos ao fumo. De acordo dados da OMS causa anualmente, em todo o mundo, mais de três milhões de pessoas, prevendo-se 10 milhões em 2020. Em Portugal, são mais de 12 mil as vítimas mortais, por ano, provocadas diretamente pelo tabaco.

A combustão do tabaco produz várias substâncias, tais como nicotina, substâncias irritantes, alcatrão e monóxido de carbono que inaladas atingem os pulmões e até mesmo a corrente sanguínea. A nicotina é responsável pela dependência física por parte do fumador; as substâncias irritantes reduzem a capacidade de defesa do pulmão, devido à estimulação da produção de muco, o que provoca a contração dos brônquios; o alcatrão e outros agentes cancerígenos promovem as neoplasias; e o monóxido de carbono liga-se à hemoglobina, reduzindo a capacidade de transporte de oxigénio.

O tabagismo está na origem de acidentes vasculares cerebrais, enfartes, cancro do pulmão, da boca ou da laringe e impotência sexual no sexo masculino, sendo mesmo uma das principais causas de mortalidade nas sociedades modernas, especialmente, quando aliada a uma vida sedentária e à alimentação desequilibrada.

Com objetivo de inverter esta situação na sociedade futura, a equipa PES, apela que se dediquem alguns minutos da aula na promoção de uma reflexão sobre a temática.

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Apresentação do AEPBS